Com o passar do tempo, foram desenvolvidas muitas ferramentas de gestão com o objetivo de subsidiar a tomada de decisão e os trabalhos de gerenciamento.

Afinal, trata-se de um avanço inevitável em um contexto empresarial cada vez mais agressivo. Independente do setor, área de atuação ou tipo de trabalho, não se pode entregar um bom produto ou serviço sem usar as ferramentas adequadas de analise ou mesmo metodologias.

 

Listamos aqui as 5 principais:

 

  1. Matriz SWOT:

    A SWOT é uma excelente forma de assegurar que o desenvolvimento de futuros projetos para melhoria de desempenho esteja atrelado aos objetivos estratégicos do negócio. Isto é, esta ferramenta auxilia os dirigentes e gestores de uma empresa e/ou processo enxergarem os elos e riscos mais oportunos para atuação. O termo SWOT é referente às suas 4 perspectivas: strengthsweaknessesopportunities e threats – em português, forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, respectivamente. Todavia, por ser um instrumento com forte apelo estratégico, sempre depende de outras para propiciar um gerenciamento de oportunidades mais adequado.

 

  1. Mapa de Processos:

    Assim como contamos com o auxílio de um mapa – físico ou não – para nos orientarmos com maior eficiência durante o percurso de uma viagem, os administradores de um processo também precisam conhecer na íntegra o funcionamento do mesmo. É por esta razão que realizar um mapeamento de processos é tão necessário. Um simples fluxograma irá permitir conhecer as etapas com mais oportunidades potenciais, e até as atividades manuais mais propensas ao erro, por exemplo. Seu único ponto fraco é a necessidade de intercalar vários membros do processo para desenvolvê-lo, a fim de resultar na interpretação mais próxima possível da realidade.

 

  1. Diagrama de Pareto:

    Esta é uma ferramenta indispensável para a gestão de riscos de uma empresa. Não é a toa que por mais que o foco cultural deva ser a prevenção de não conformidades em todos os processos da organização, é praticamente impossível atuar de maneira integral sobre elas, não é mesmo? Assim sendo, dedicar prioridade aos riscos mais importantes para contenção através de fatores pré-estabelecidos é vital para garantir um resultado mais eficaz. E pra isto, não tem ferramenta melhor que o Diagrama de Pareto, que depende apenas da inserção de um coeficiente padrão por causas para realmente funcionar com efetividade.

 

  1. 5W2H:

    Os aspectos fundamentais para administrar um plano de ação são todos contemplados por meio do 5W2H. Esta técnica possui como finalidade fornecer um compacto dos pontos de vista inevitáveis para coordenar uma ou mais ações. Logo, é extremamente adotado por gestores e coordenadores de projetos – incluindo de riscos. O termo 5W2H refere-se aos elementos: whatwhowhenwherewhyhow e how much – em português, o que, quem, quando, onde, por que, como e quanto, respectivamente. Ainda assim, para ser viável sua utilidade, é essencial que ao final de seu preenchimento, todos os colaboradores envolvidos estejam de acordo.

 

  1. FMEA – Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos:

    Esta talvez seja a metodologia mais empregada no mundo para gerenciar os riscos de uma companhia. Oriunda do setor militar norte-americano, a FMEA – em inglês, Failure Mode and Effects Analysis – tem como objetivo identificar as causas de falha de um processo para assim propor os meios mais eficientes para resolver ou mitigar todas elas. Por ser uma ferramenta completa – que une o fluxo das etapas do processo, a classificação de cada uma de suas potenciais falhas, um plano de ação pra soluções preventivas, e um novo sistema de indicadores de desempenho para afirmar a sua performance, ela exige um elevado comprometimento de todos os envolvidos no processo.

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